Recardo foi procurar Millie, a garota que tomou conta do seu coração(naquele tempo) e com ela foi para Deauville, praia bem próxima de Paris, para ali, explicar seu plano para ela.
Muito a vontade num dia ensolarado, bebericando e com sua Millie a tiracolo, beijava e beijava e beijava e foi contando que iria levá-la para o Cairo com Ben-Al-Sain para começar um trabalho de aperfeiçoamento nas tropas do exército mercenário que lutava com terroristas e que tinha que ir pois a sua consciência o empurrava para lá onde aprenderia a lutar pelos pobres e desprotegidos.
Millie assombrada quase não concordou mas, depois de muitas perguntas e argumentações ,concordou e os dois voltaram para Paris para se encontrar com Ben-Al-Sain e plenejarem por onde viajariam e quando para o Cairo.
domingo, 19 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Meditações de Recardo-Parte 3
Recardo no meio de tudo que estava vivendo não deixara de lado sua formação religiosa da sua infância e adolescência.
Vivia, quando podia, estando sozinho, longe do mau caminho que andava com Bem-Al-Sain meditando sobre a vida e muitas vezes, vendo a miséria que havia por onde andava, pensava: como pode... um pastel frito e seco, jogado num balcão que não era comido pelo faminto por falta de dinheiro e outros comendo caviar e se refastelando entre delicias da vida as custas daquele dinheiro que o miserável não tinha para comer aquele pastel. Errado. Errado. E eu não posso fazer nada. Esses conflitos existenciais levavam, vez por outra a fazer Recardo querer resolver as coisas ao seu jeito. Como fazer isso?
Iria entrar para uma força de mercenários que sabia existir e iria lutar em algum lugar, contra isso. Saiu e foi procurar seu amigo Bem-Al-Sain. Foi o que fez.
Vivia, quando podia, estando sozinho, longe do mau caminho que andava com Bem-Al-Sain meditando sobre a vida e muitas vezes, vendo a miséria que havia por onde andava, pensava: como pode... um pastel frito e seco, jogado num balcão que não era comido pelo faminto por falta de dinheiro e outros comendo caviar e se refastelando entre delicias da vida as custas daquele dinheiro que o miserável não tinha para comer aquele pastel. Errado. Errado. E eu não posso fazer nada. Esses conflitos existenciais levavam, vez por outra a fazer Recardo querer resolver as coisas ao seu jeito. Como fazer isso?
Iria entrar para uma força de mercenários que sabia existir e iria lutar em algum lugar, contra isso. Saiu e foi procurar seu amigo Bem-Al-Sain. Foi o que fez.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Asas de Gaivota-Parte 3- Em viagem
Estando já em Paris fazia dois anos, Recardo era um razoável aluno, pois tantas novidades despertavam-lhe mais interesse que os estudos.
Correspondia-se com os pais mas, mesmo isso foi diminuindo a medida que nos estudos, também decaiam as suas notas e foi-se assim, tornando-se um aluno sem rumo como um barco a deriva. Muitos amigos e namoradas que cada vez mais o levavam para um descaminho total dos seus objetivos como engenheiro.
Uma garota entrou-lhe pelos miolos e junto com ela uma turma de desocupados e entre eles um marroquino de nome Ben-Al-Sain, péssimo elemento ligado com individuos do basfond oriental.
Axixe. Alcool e vinte anos de idade. em Paris, foi a receita certa para que Recardo se perdesse completamente por aquelas vielas escuras nas madrugadas boêmias onde amanhecer pelas ruas passou a ser o seu padrão.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Asas de Gaivota-Parte 2- Recardo
Recardo, garoto vivaz e inteligente, nasceu numa fazenda no interior de Santa Catarina e estudava com uma professora particular até ingressar no colégio beneditino, local. Neste quadro, pintado pelo próprio, quando já homem , com sessenta e poucos anos ele retratou-se em sua meninice, brincando num carrinho feito por ele mesmo na fazenda do seu pai
Quando atingiu a adolescência, seu pai decidiu mandá-lo para estudar em Paris, onde se formaria engenheiro, devido as habilidades que o pai observara no Recardo.
Em Paris, com tudo já previamente organizado, foi morar numa republica de estudantes perto do colégio Saint Mary para se preparar para a faculdade. Estudava muito o rapaz e assim os meses foram se passando com tudo transcorrendo em paz
Quando atingiu a adolescência, seu pai decidiu mandá-lo para estudar em Paris, onde se formaria engenheiro, devido as habilidades que o pai observara no Recardo.
Em Paris, com tudo já previamente organizado, foi morar numa republica de estudantes perto do colégio Saint Mary para se preparar para a faculdade. Estudava muito o rapaz e assim os meses foram se passando com tudo transcorrendo em paz
segunda-feira, 6 de junho de 2016
CONTO - Inicio - Asas de Gaivota - 1
Mentes abertas, quem as possui tem em sí algo tão espetacular como asas de gaivota, que abrem-se para o espaço e as leva aos céus, livres e plenas de realizações;é a gloria da liberdade verdadeira, aquela que faz de quem as tem um ser especial extremamente forte o suficiente para enfrentar desafios e perigos em sua evolução.
Nada de limites, eles fazem seus próprios limites de acordo com o que tem em mente, são seres privilegiados e que despertam em aves mais fracas, verdadeiros arrepios de inveja.
Se são feios, transformam-se em deuses gregos pela inteligência privilegiada.
O mais interessante de tudo é que todos os homens possuem essa capacidade de abrirem suas mentes e tornarem-se insuperáveis e lindos pelas suas atitudes e realizações.
Conheci homens assim e entre eles, Recardo.
Menino ainda, era insuperável em criações de seus próprios brinquedos, pela inteligência aguçada que o fazia despertar para idéias interessantes que as desenhava com desenvoltura.
Fez um cineminha com pedaços de celuloide de filmes que via nas matinais daquele tempo, usando lâmpadas queimadas que enchia com água e as transformava em lentes; um sucesso entre os amiguinhos de então.
Mas, o tempo e a vida iriam desafiá-lo ao extremo e êle a tudo superaria, com louvor.
Nada de limites, eles fazem seus próprios limites de acordo com o que tem em mente, são seres privilegiados e que despertam em aves mais fracas, verdadeiros arrepios de inveja.
Se são feios, transformam-se em deuses gregos pela inteligência privilegiada.
O mais interessante de tudo é que todos os homens possuem essa capacidade de abrirem suas mentes e tornarem-se insuperáveis e lindos pelas suas atitudes e realizações.
Conheci homens assim e entre eles, Recardo.
Menino ainda, era insuperável em criações de seus próprios brinquedos, pela inteligência aguçada que o fazia despertar para idéias interessantes que as desenhava com desenvoltura.
Fez um cineminha com pedaços de celuloide de filmes que via nas matinais daquele tempo, usando lâmpadas queimadas que enchia com água e as transformava em lentes; um sucesso entre os amiguinhos de então.
Mas, o tempo e a vida iriam desafiá-lo ao extremo e êle a tudo superaria, com louvor.
domingo, 5 de junho de 2016
Criei este blog para postar contos e poesias de minha autoria. Iniciarei comentando sobre a ideia que me norteou a escrever historias referentes aos quadros que pintei. Todos tem uma historia , simbólica, puramente em cima de emoções abstratas próprias de quem pinta, criando.
Começo explicando que a Alameda das Boninas é fictícia, os outros locais que virão, também baseados em quadros meus, idem e os dois personagens principais são reais, com nomes trocados.
Apresento-lhes na foto, a ALAMEDA DAS BONINAS
Começo explicando que a Alameda das Boninas é fictícia, os outros locais que virão, também baseados em quadros meus, idem e os dois personagens principais são reais, com nomes trocados.
Apresento-lhes na foto, a ALAMEDA DAS BONINAS
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